O ponto raro entre estratégia comercial e execução técnica.
Vinte anos de operação, duas formações, uma forma de trabalhar.

Comecei na operação. Aprendi negócio fazendo — fundando empresas, errando, refazendo, vendendo, contratando, demitindo, reescrevendo processo no meio do mês. A lógica comercial entrou pela prática antes de entrar pelo livro.
Quando o digital deixou de ser opcional, fui pra dentro do código. Não pra virar desenvolvedor — pra entender o que estava sendo construído sobre o meu negócio. Esse movimento não parou mais. Hoje curso Ciência da Computação e Administração em paralelo, e a combinação não é coincidência: é a única forma que encontrei de continuar relevante num mercado em que decisão de negócio e arquitetura de sistema viraram a mesma decisão.
Trabalho como executor solo end-to-end. Tese, plano, código, deploy, métrica. Em vez de coordenar três fornecedores pra entregar uma automação, eu construo a automação. Em vez de pedir relatório de pipeline pro time de BI, eu modelo o dado, escrevo a query, faço o dashboard. Essa concentração não é bandeira — é consequência de operar há tempo suficiente pra perceber que o gargalo da maioria dos projetos está na tradução entre camadas, não na execução de cada uma.
Minha disciplina vem do treino. Cinco a seis sessões por semana, cinco da manhã, há mais de uma década. Não é metáfora corporativa — é o método com que aprendi a entregar coisa difícil de forma consistente. Repetição com critério. Volume com forma. Resultado por acumulação, não por surto.

Hoje a IFOps é o nome dessa prática: arquitetar operações comerciais que escalam sem inflar estrutura, com automação e IA aplicada onde elas resolvem problema real — não onde fazem manchete.
Trajetória
2003 — 2015
Empreendedorismo e operação
Fundação e gestão de empresas. Trajetória comercial e administrativa de ponta a ponta.
2015 — 2022
Transição digital
Imersão em desenvolvimento web, e-commerce, automação de marketing, CRM. Migração de stack tradicional pra ambientes modernos (WordPress → React/Next.js).
2022 — presente
Arquitetura com IA aplicada
Construção de plataformas B2B, agentes de IA, integrações com marketplaces e ERPs, sistemas RevOps. Formação simultânea em Ciência da Computação e Administração.
Como eu trabalho
- Diagnóstico antes de ferramenta.
- Toda automação começa com uma pergunta de negócio. Se não houver, ela vira custo de manutenção disfarçado de modernização.
- Sistema simples, decisão complexa.
- Prefiro infraestrutura óbvia rodando bem a stack moderna meio funcionando. Complexidade fica no modelo de negócio, não no diagrama de arquitetura.
- Métrica antes de narrativa.
- Caso real tem número. Sem número, é apresentação.